O High Frequency Active Auroral Research Program ou Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência, mais conhecido pela sigla ‘HAARP’, é uma instalação de pesquisas atmosféricas do governo americano situada no Alaska. O HAARP é composto por um grande número de antenas em um arranjo específico e tem como objetivo estudar a ionosfera terrestre.
O HAARP, porém, esta cercado de mistério e polêmica. Muitos afirmam que o seu objetivo não é (e nem nunca foi), o estudo da atmosfera terrestre.
Dizem os afeitos às teorias conspiratórias que as antenas do HAARP emitem bilhões de watts de potência sob a forma de ondas eletromagnéticas que são absorvidas pela ionosfera que, por sua vez, as reflete de volta para a superfície da Terra com um comprimento de onda bastante diferente do original. São as chamadas ondas ELF, extremely low frequency, ou de frequência extremamente baixa.
Fotografia de satélite das instalações do HAARP, no Alaska, evidenciando uma curiosa perda da resolução da imagem bem em seu centro. Pesquisas atmosféricas?
Ainda segundo os paranóicos de plantão, estas ondas ELF têm uma frequência específica que, através de estimulação elétrica transcortical, poderia afetar o funcionamento cerebral de um indivíduo. A explicação seria que nosso cérebro, quando estamos acordados, funciona com um padrão, ao eletro encefalograma, chamado de ondas beta, que representam que a pessoa está em vigília e com o cérebro atento, por assim dizer. As ondas do HAARP seriam capazes de induzir uma mudança no padrão de ondas beta para ondas alfa, que refletem um padrão mais lentificado de atividade cerebral e que é observado quando o indivíduo está menos atento, quase em um estado de sonolência. Isso significaria que a pessoa, embora acordada, tem o seu cérebro funcionando em um estado de semissonolência permanente. Este indivíduo não conseguiria desenvolver um raciocínio complexo, por exemplo e, possivelmente, estaria mais propenso a passar o dia assistindo à televisão ou olhando vitrines em um shopping center.